Gustavo Magri DJ ótimo para festas...
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terça-feira, 19 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Separatividade!!! Como faz? Onde compra? Vem com recheio???
Nada disso, a separatividade é uma fantasia, como um sonho e que provém de três fantasias secundárias:
a fantasia do sujeito, a qual nos faz crer na existência de um Ego,
a fantasia do objeto, a qual nos leva à crença em objetos exteriores sólidos e, finalmente,
a fantasia da relação de objeto, a qual nos induz a crer em uma existência separada sujeito-objeto e dos objetos em si!!!
Ah tá!!!
terça-feira, 15 de março de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
já que falo pra ninguém
Executo o desejo de ser observado, lido e não compartilhado por motivos óbvios... E isso não é apelação é apenas a constatação de ausência de personalidade "criadora", e isso deve explicar a ausência de postagem neste blogger durenate dois breves anos... SIC. E deveras enternecido sigo num devir pré-socrático em busca de aliados... Sejam bem vindos...
Após a ausência
É claro que num processo dialético e lembrando os "testamemtos", João Baptista pregou para ninguém...
Também sei que a palavra escrita precisa de platéia...
sábado, 22 de janeiro de 2011
A descida
Após difamantes, inescrupulosas e irresponsáveis publicações, e por não comungar com o caráter pitoresco de cores duvidosas e sobretudo da ausência de fidelidade poética, política, ética e artística em algumas publicações, me ausentei deste espaço por longo tempo. Volto após o desprezo corporativo que o blogger sofreu, induzido pela "omissão" dos administradores em manter a qualidade original e lembrando Zaratustra, desço rememorando Sísifo em sua pena imposta por Zeus. "Mostro-vos o super-homem. O homem é algo que deve ser sobrepujado. Que tendes feito para sobrepujá-lo ? "Todos os seres até hoje criaram alguma coisa superior a si mesmos; e vós quereis ser o refluxo deste grande fluxo e até mesmo retroceder às bestas, em vez de superar o homem?"
Friedrich Nietzsche, "Prólogo de Zarathustra" Assim falou Zarathustra (1883).
Friedrich Nietzsche, "Prólogo de Zarathustra" Assim falou Zarathustra (1883).
Alguns personagens que fizeram a história deste blogger ressuscitarão e terão suas contradições expostas após a hibernação pelos motivos citados acima...
Que façam parte realmente quem tiver alguma "coisa" prá mostrar, mas por favor, em determinadas horas o silêncio é bem conveniente...
Que façam parte realmente quem tiver alguma "coisa" prá mostrar, mas por favor, em determinadas horas o silêncio é bem conveniente...
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
O PARADOXO DA CONTRADIÇÃO

É salutar ao ente enquanto ser, todas motivações oriundas de sua natureza humana, e nisto consiste sua capacidade de optar por deteminada circunstância de comportamento segundo seus conhecimentos prévios, assimilados por assim dizer em sua(s) cultura(s) de acordo com a variabilidade comportamental em seus grupos sociais distintos.
A interface da razão “sobrevoa” minimamente a ação do ente num processo de entendimento do seu locus receptivo e mediante uma vontade irrefreada de se tornar “visível”, mistura os conteúdos dos grupos sociais, comunicando-se sem alteridade, relembrando-se (principalmentre após algumas doses de destilado) de sua tenra infâncial, quando a percepção de mundo gravitava em torno de seu umbigo.
Quando o caráter se fixa no sujeito de forma pendular, revela-nos características dispares como por exemplo soberba, e por falar em soberba porque não enumerar os vícios segundo a Summa Theologiae de Tomás de Aquino?
Soberba: apetite desordenado da própria excelência e início de todos os vícios;
Avareza: apetite desordernado das riquezas, de qualquer bem temporal e corruptível;
Inveja: apetite desordenado dos bens alheios que se caracteriza como uma tristeza em que considera que o bem do outro é um mal pessoal;
Preguiça: apetite desordenado que se configura como uma tristeza profunda que produz no espírito do homem tal depressão que este não tem vontade ou ânimo de fazer mais nada, e se manifesta num torpor de espírito que não pode empreender o bem;
Ira: apetite desordenado que se configura como tristeza e se conflagra no desejo e na esperança de vingança;
Gula: apetite desordenado do desejo e do deleite de alimentos;
Luxúria: apetite desordenado do desejo e dos prazeres sexuais.
Dito isto resta uma reflexão sobre qual o foco que estamos vivendo? Se para a virtude (a disposição do que perfeito para o melhor), ou para o vício (sic).
Quanto ao títuilo em epígrafe, rogo uma reflexão se cada um de nós não temos as máscaras (os simulacros), que utilizamos em nossa convivência com os grupos sociais distintos(?) É sempre bom lembrar que: Os grupos sociais inevitavelmente se encontram e então as contradições aparecem e torna-se totalmente sem ética (parte da filosofia prática que estuda os atos humanos, enquanto geradores de hábitos e costumes), ir buscar num passado aproximações com àquele pensamento como se o homem fosse imutável, é sobretudo um pensamento reacionário e determinista, lembrando Heraclito de Éfeso, “Não podemos banhar-nos duas vezes no mesmo rio, porque o rio não é mais o mesmo”. Se na dinâmica dos fluxos, no devir (nada é, tudo flui. Heráclito) torna-se absolutamente sem propósito qualquer propósito fechado em forno de sua órbita.
Pois bem, este solilóquio me revela atitudes sobretudo minhas, mas ofereço para meu amigo Nino Santos, na esperança num vir-a-ser no porvir urgente, pois precisamos de todos revigorados, mas não devo esperar pelo tempo do outro para sair da companhia do meu vício (privação de perfeição da natureza por disposição habitual contrária ao bem da mesma).
A tolerância é um atributo da paciência, então rogo a minha própria paciência que seja tolerante com o outro, mas sobretudo comigo mesmo!
Sabemos também que “hoje, as identidades gravitam não mais em torno do interno do indivíduo, mas em um tempo em que os desejos, antes dirigidos para o interior, são agora construídos na superfície do corpo, como tatuagens, e asssim o homem do século XXI se arrasta pelo espaço, transitando pelos lugares pendurado de “bugigangas consumíveis” e, muitas vezes, sozinho, já que a individualidade e o egocentrismo são princípios necessários a uma perspectiva social calcada no mercado”.
Referência Bibliográficas:
FAITANIN, Paulo. A Sabedoria do Amor. Iniciação à Filosofia de São Tomás de Aquino. Cadernos da Aquinate, nº 2, Niterói: Coopergraf-k, 2008.
JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário básico de filosofia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1996.
LOPES, Jader Janer Moreira e VASCONCELOOS Tãnia. Geografia da Infância: reflexões sobre uma área de pesquisa. Juiz de Fora: FEME, 2005
MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgentein. 7ª ed. Rio de Janiero: Jorge Zahar Ed., 2002;
A interface da razão “sobrevoa” minimamente a ação do ente num processo de entendimento do seu locus receptivo e mediante uma vontade irrefreada de se tornar “visível”, mistura os conteúdos dos grupos sociais, comunicando-se sem alteridade, relembrando-se (principalmentre após algumas doses de destilado) de sua tenra infâncial, quando a percepção de mundo gravitava em torno de seu umbigo.
Quando o caráter se fixa no sujeito de forma pendular, revela-nos características dispares como por exemplo soberba, e por falar em soberba porque não enumerar os vícios segundo a Summa Theologiae de Tomás de Aquino?
Soberba: apetite desordenado da própria excelência e início de todos os vícios;
Avareza: apetite desordernado das riquezas, de qualquer bem temporal e corruptível;
Inveja: apetite desordenado dos bens alheios que se caracteriza como uma tristeza em que considera que o bem do outro é um mal pessoal;
Preguiça: apetite desordenado que se configura como uma tristeza profunda que produz no espírito do homem tal depressão que este não tem vontade ou ânimo de fazer mais nada, e se manifesta num torpor de espírito que não pode empreender o bem;
Ira: apetite desordenado que se configura como tristeza e se conflagra no desejo e na esperança de vingança;
Gula: apetite desordenado do desejo e do deleite de alimentos;
Luxúria: apetite desordenado do desejo e dos prazeres sexuais.
Dito isto resta uma reflexão sobre qual o foco que estamos vivendo? Se para a virtude (a disposição do que perfeito para o melhor), ou para o vício (sic).
Quanto ao títuilo em epígrafe, rogo uma reflexão se cada um de nós não temos as máscaras (os simulacros), que utilizamos em nossa convivência com os grupos sociais distintos(?) É sempre bom lembrar que: Os grupos sociais inevitavelmente se encontram e então as contradições aparecem e torna-se totalmente sem ética (parte da filosofia prática que estuda os atos humanos, enquanto geradores de hábitos e costumes), ir buscar num passado aproximações com àquele pensamento como se o homem fosse imutável, é sobretudo um pensamento reacionário e determinista, lembrando Heraclito de Éfeso, “Não podemos banhar-nos duas vezes no mesmo rio, porque o rio não é mais o mesmo”. Se na dinâmica dos fluxos, no devir (nada é, tudo flui. Heráclito) torna-se absolutamente sem propósito qualquer propósito fechado em forno de sua órbita.
Pois bem, este solilóquio me revela atitudes sobretudo minhas, mas ofereço para meu amigo Nino Santos, na esperança num vir-a-ser no porvir urgente, pois precisamos de todos revigorados, mas não devo esperar pelo tempo do outro para sair da companhia do meu vício (privação de perfeição da natureza por disposição habitual contrária ao bem da mesma).
A tolerância é um atributo da paciência, então rogo a minha própria paciência que seja tolerante com o outro, mas sobretudo comigo mesmo!
Sabemos também que “hoje, as identidades gravitam não mais em torno do interno do indivíduo, mas em um tempo em que os desejos, antes dirigidos para o interior, são agora construídos na superfície do corpo, como tatuagens, e asssim o homem do século XXI se arrasta pelo espaço, transitando pelos lugares pendurado de “bugigangas consumíveis” e, muitas vezes, sozinho, já que a individualidade e o egocentrismo são princípios necessários a uma perspectiva social calcada no mercado”.
Referência Bibliográficas:
FAITANIN, Paulo. A Sabedoria do Amor. Iniciação à Filosofia de São Tomás de Aquino. Cadernos da Aquinate, nº 2, Niterói: Coopergraf-k, 2008.
JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário básico de filosofia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1996.
LOPES, Jader Janer Moreira e VASCONCELOOS Tãnia. Geografia da Infância: reflexões sobre uma área de pesquisa. Juiz de Fora: FEME, 2005
MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgentein. 7ª ed. Rio de Janiero: Jorge Zahar Ed., 2002;
segunda-feira, 28 de julho de 2008
bem-vindo

Desde sempre, como diria algum filósofo é muito tempo. No entanto a memória desta vida para alguns é tida como toda memória existente, o umbiguismo tão próximo de nós.
Se não determos a memória e fizermos uma filtragem, inevitavelmente cairemos no mais fácil, nas zonas de conforto que são tão "agradáveis".
O complexo é ser agente da história, constituir-se no trágico, ser motivo para encenações bisonhas e resistir, sobretudo com determinação de estabelecer uma relação sujeito-objeto-sujeito ou seja: ser ator e espectador de mim mesmo, objetivando com essa atitude não só o entendimento do movimento (devir) do SER, mas ser o próprio movimento construído dialéticamente.
Ora se é tão simples o que faço então para sair desta "zona de conforto" que me encontro? diria algum estudante. Diria, MEXA-SE!
Cada um com sua velocidade, com seu devir, com sua responsabilidade e suas respectivas manobras de sobrevivência. Mas como escreveu um poeta "Um dia você vai servir alguém".
E acredito que mesmo esse alguém sendo "eu" mesmo, vou me submeter aos impulsos dos sentidos e servir ao meu corpo que gera tantas necessidades... O alerta é que além da responsabilidade cósmica que temos com o nosso corpo, temos a responsabilidade social como mote fundamental para podermos nos constituir sujeito da história.
Sejam, bem-vindos!
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Como vai nossa incompletude?

Ser um ser 10% Raul Seixas já dizia! No entanto se nos debruçarmos sobre as nossas sutis diferenças e fraquezas perceberemos que nem 10% alcançamos...
10% de que cara pálida? diria um crítico, que provavelmente estudou na UFF.
10% de um montante de humanidade possível e de desenvolvimento no processo colonizador, projetado pela modo de produção burguês, que insiste numa dominação "científica" para consolidar sua hegemonia e "mudar sempre, para continuar o mesmo".
Todavia, existir um ENTE, que se configura sujeito social, consciente de sua condição humana e se regenera em seu inconsciente gerando atributos oriundos dos instintos, propiciando algures outras formas pensamento e não obstante diferenciadas do modo hegemonico. E esta existência não é exclusividade de alguns, é inerente a todos nós.
É evidente que lacunas, ausências, incompletudes fazem parte da formação "cognitiva" do sujeito, mas adotar caminho de mão única para entender isso fica complicado, portanto sugiro reflexões quanto a percepção de ESTAR NO MUNDO. As variantes culturais tornam-se fundamentais para não se escravizar no economicismo. E por enquanto "la nave vá..."
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Émile Durkheim e o SUICÍDIO

Já que o assunto "EMO" do mês de abril deu pano pra manga, apresento um assunto instigante. O suicídio, na ótica do sociólogo Émile Durkheim.
E o que é comum a todas as formas possíveis dessa renúncia suprema é que o ato que a consagra seja completado com conhecimento de causa: que a vítima, no momento de agir, saiba o que deve resultar de sua conduta, qualquer que seja a razão que a haja levado a se conduzir dessa maneira...
Mas a sociedade não pode se desintegrar sem que, na mesma medida, o indivíduo seja desengajado da vida social, sem que seus próprios fins se tornem preponderantes sobre os fins comuns... Quanto mais enfraquecido sejam os grupos a que pertence, menos depende deles e mais, por conseqüência, depende apenas de si próprio por não reconhecer outras regras de conduta que as estabelecidas no seu interesse privado.Três tipos de suicídio.
1.egoísta – que é o suicídio que varia na razão inversa do grau de integração na sociedade religiosa, sociedade doméstica e sociedade política.
2.altruísta – aquele cometido porque ele se sente no dever de fazê-lo.
3.anômico – os freios, o freio que o homem está submetido não é físico, mas moral, isto é social. Ele recebe sua lei não de um meio material que lhe impõe brutalmente, mas de uma consciência superior à sua e da qual ele sente a superiroridade. Porque a maior e a melhor parte de sua vida se sobrepõe ao corpo e ele escapa ao jugo do corpo mas suporta ao da sociedade.
A faculdade de dispor de uma existência humana, salvo quando a morte é o castigo de um crime,é retirada não mais apenas do sujeito interessado, mas mesmo à sociedade.
Para quem quiser fazer laboratório, entrar para os movimentos sociais, políticos, religiosos, artísticos fariam um bem danado e nos sentiremos vivos e atuantes na sociedade, pois somente assim respeitaremos os limites do outros e entenderemos nossas manias e desamores. A possibilidade de ensino-aprendizagem nesses vetores é enorme, fica a sugestão!
Pesquisar: http://www.culturabrasil.pro.br/durkheim.htm
Fonte: Coleção Grandes Cientistas Sociais n° 01- Émile Durkheim
E o que é comum a todas as formas possíveis dessa renúncia suprema é que o ato que a consagra seja completado com conhecimento de causa: que a vítima, no momento de agir, saiba o que deve resultar de sua conduta, qualquer que seja a razão que a haja levado a se conduzir dessa maneira...
Mas a sociedade não pode se desintegrar sem que, na mesma medida, o indivíduo seja desengajado da vida social, sem que seus próprios fins se tornem preponderantes sobre os fins comuns... Quanto mais enfraquecido sejam os grupos a que pertence, menos depende deles e mais, por conseqüência, depende apenas de si próprio por não reconhecer outras regras de conduta que as estabelecidas no seu interesse privado.Três tipos de suicídio.
1.egoísta – que é o suicídio que varia na razão inversa do grau de integração na sociedade religiosa, sociedade doméstica e sociedade política.
2.altruísta – aquele cometido porque ele se sente no dever de fazê-lo.
3.anômico – os freios, o freio que o homem está submetido não é físico, mas moral, isto é social. Ele recebe sua lei não de um meio material que lhe impõe brutalmente, mas de uma consciência superior à sua e da qual ele sente a superiroridade. Porque a maior e a melhor parte de sua vida se sobrepõe ao corpo e ele escapa ao jugo do corpo mas suporta ao da sociedade.
A faculdade de dispor de uma existência humana, salvo quando a morte é o castigo de um crime,é retirada não mais apenas do sujeito interessado, mas mesmo à sociedade.
Para quem quiser fazer laboratório, entrar para os movimentos sociais, políticos, religiosos, artísticos fariam um bem danado e nos sentiremos vivos e atuantes na sociedade, pois somente assim respeitaremos os limites do outros e entenderemos nossas manias e desamores. A possibilidade de ensino-aprendizagem nesses vetores é enorme, fica a sugestão!
Pesquisar: http://www.culturabrasil.pro.br/durkheim.htm
Fonte: Coleção Grandes Cientistas Sociais n° 01- Émile Durkheim
quarta-feira, 23 de abril de 2008
CHEGA DE LUTO
Que coisa mais cristã!
vamos protestar sim, mas de forma criativa, plural, proparoxítona...
A propósito a Pizza foi comida da segunda-feira.
Saudhadhis
vamos protestar sim, mas de forma criativa, plural, proparoxítona...
A propósito a Pizza foi comida da segunda-feira.
Saudhadhis
quinta-feira, 13 de março de 2008
DEMOCRACIA x TOTALITARISMO
Caros administradores da Folha do Cafubá, um dos motes que serviu de inspiração para o surgimento deste blog foi justamente o de exercermos a idéia de democracia na comunicação. Sabendo disto, solicito aos senhores que excluam as postagens que estiverem fora desta especificação.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
MUDANÇA DE PERFIL

Queridos amigos visitantes deste blogger, a Folha do Cafubá, atendendo aos pedidos dos seus leitores, após pesquisa, decidiu mudar seu perfil para atender um dos pressupostos básicos da didática, ser entendido, assim sendo caros leitores, as matérias e opiniões de maiores complexidades estarão no blogger em construção http://luizmiguelp.blogspot.com, que será noticiado em breve na folha quando estiver pronto.
O novo perfil atenderá ao sentido corriqueiro da vida (sic) e conto com a participação de todos para postar, pois todos foram convidados para administrar as postagens. O show não pode parar! festinha intelectuloide no outro endereço.
Obrigado a todos.
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