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domingo, 31 de julho de 2011
O DIA SEGUINTE
Após a comedida e suave despedida do mês de julho, num contexto de expurgo e catarse, o encontro na sede da folha teve as participações devidas, exceto por uma ausência que está virando rotina...
Livros no quintal rezando pra chover, pastas, cerveja, narguilé, filosofia e teorias conspiratórias, além dos set music (dejavu)...
Pois bem, aconteceu e foi suave, leve como pluma muito leve, leve pousa...
Obrigado a todos
quinta-feira, 7 de abril de 2011
São Francisco de Assis
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna...
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna...
quinta-feira, 17 de março de 2011
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Virtudes Sociais
Pra pensar... Texto de São Tomas de Aquino.
Virtudes Sociais
piedade: é a virtude pela qual se dá o devido respeito que se deve aos pais, parentes, amigos e à pátria [Sum. Theo. II-II,q.101,a.1,c]. Opõe-se à piedade a impiedade, ou seja, a falta de respeito devido às referidas pessoas e instituições.
respeito: é a virtude pela qual se reconhece a excelência e dignidade de outrem e o dever de prestar-lhe honras [Sum. Theo. II-II,q.102,a.1,c]. Opõe-se à virtude do respeito o desrespeito, ou seja, a falta de respeito devido às referidas pessoas e instituições.
honra: é a virtude pela qual ao se reconhecer a excelência e dignidade de outrem manifesta tal reconhecimento pelo testemunho das palavras, gestos, saudações, ou com oferendas, brindes, estátuas [Sum. Theo. II-II,q.103,a.1,c]. Opõe-se à virtude da honra a desonra, ou seja, a falta do testemunho devido à excelência de quem a quem se deve reconhecimento.
obediência: é a virtude pela qual se reconhece pela ordem do direito natural e do divino, a retidão e a excelência do mando de uma autoridade superior [Sum. Theo. II-II,q.104,a.1,c]. Opõe-se à virtude da obediência a desobediência [Sum. Theo. II-II,q105,a1,c].
gratidão: é a virtude pela qual se reconhece a generosidade dos benfeitores [Sum. Theo. II-II,q.106,a.1,c]. Opõe-se à virtude da gratidão a ingratidão [Sum. Theo. II-II,q.107,a1,c].
verdade: é a virtude pela qual alguém diz a verdade e nesta acepção se diz verdadeira e é a virtude que torna bom aquele que a possui e faz com que a sua obra seja boa [Sum. Theo. II-II,q.109,a.1,c]. Opõe-se à virtude da verdade a mentira [Sum. Theo. II-II,q.110,a.1,c] a simulação, a hipocrisia [Sum. Theo. II-II,q111,a1-4], a jactância [Sum. Theo. II-II,q112,a1,c], a ironia [Sum. Theo. II-II,q113,a1,c].
amizade: é a virtude pela qual se mantém a harmonia da ordem entre as relações humanas em vistas ao bem comum e do convívio [Sum. Theo. II-II,q.114,a.1,c]. Opõe-se à virtude da amizade a inimizade e a adulação [Sum. Theo. II-II,q.115,a.1,c].
liberalidade: é a virtude pela qual se faz bom uso daquelas coisas que poderíamos usar mal [Sum. Theo. II-II,q.117,a.1,c]. Opõe-se à virtude da liberalidade a injustiça, a avareza [Sum. Theo. II-II,q.118,a.1,c], a prodigalidade [Sum. Theo. II-II,q.119,a.1,c].
eqüidade: é a virtude parte essencial da justiça pela qual se realiza a justiça legal, por isso é a justiça com propriedade [Sum. Theo. II-II,q120,a1,c]. Opõe-se à virtude da eqüidade a injustiça.
Trad. Paulo Faitanin
domingo, 3 de agosto de 2008
भगवद्गीता

“Quando o homem volta sua atenção para os objetos dos sentidos, apega-se a eles; desse apego, nasce o amor; do amor, a ira; da ira, a aperturbação da mente; da perturbação da mente, a agitação da memória; da agitação da memória, a aniquilação da luz do espírito (...). Teu ser eterno nenhuma arma fere (...), nenhum fogo queima (...), nenhuma água molha, nenhum vento resseca (...). Porque é certa a morte de quem é nascido e certo o nascimento do morto. (...) o homem que se despe de todos os anseios próprios e que se locomove (...) livre do sentido do “Eu” e do “Meu”, esse alcança a paz.”
Bhagavad Gita
Bhagavad Gita
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