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sábado, 20 de agosto de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
PASSAGEM DAS HORAS
Fragmentos do poema de Alvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa. As poesias completas estão No site: www.dominiopublico.gov.br
...Todos os amantes beijaram-se na minh'alma,
Todos os vadios dormiram um momento em cima de mim,
Todos os desprezados encostaram-se um momento ao meu ombro,
Atravessaram a rua, ao meu braço, todos os velhos e os doentes,
E houve um segredo que me disseram todos os assassinos.
Vi todas as coisas, e maravilhei-me de tudo,
Mas tudo ou sobrou ou foi pouco - não sei qual - e eu sofri.
Vivi todas as emoções, todos os pensamentos, todos os gestos,
E fiquei tão triste como se tivesse querido vivê-los e não conseguisse.
Amei e odiei como toda gente,
Mas para toda a gente isso foi normal e instintivo,
E para mim foi sempre a exceção, o choque, a válvula, o espasmo.
Sentir tudo de todas as maneiras,
Viver tudo de todos os lados,
Ser a mesma coisa de todos os modos possíveis ao mesmo tempo,
Realizar em si toda a humanidade de todos os momentos
Num só momento difuso, profuso, completo e longínquo...
PASSAGEM DAS HORAS
...Todos os amantes beijaram-se na minh'alma,
Todos os vadios dormiram um momento em cima de mim,
Todos os desprezados encostaram-se um momento ao meu ombro,
Atravessaram a rua, ao meu braço, todos os velhos e os doentes,
E houve um segredo que me disseram todos os assassinos.
Vi todas as coisas, e maravilhei-me de tudo,
Mas tudo ou sobrou ou foi pouco - não sei qual - e eu sofri.
Vivi todas as emoções, todos os pensamentos, todos os gestos,
E fiquei tão triste como se tivesse querido vivê-los e não conseguisse.
Amei e odiei como toda gente,
Mas para toda a gente isso foi normal e instintivo,
E para mim foi sempre a exceção, o choque, a válvula, o espasmo.
Sentir tudo de todas as maneiras,
Viver tudo de todos os lados,
Ser a mesma coisa de todos os modos possíveis ao mesmo tempo,
Realizar em si toda a humanidade de todos os momentos
Num só momento difuso, profuso, completo e longínquo...
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
A verdade sobre a maconha
Amigos, considerei o artigo do link muito interessante e resolvi indicar para leitura...
A verdade sobre a maconha
A proibição da cannabis pode ter mais a ver com interesses morais, políticos e econômicos do que com argumentos científicos. Saiba mais sobre os efeitos dela e sua influência na história da civilização.
Por que a maconha é proibida? Porque faz mal à saúde. Será mesmo? Então, por que o bacon não é proibido? Ou as anfetaminas? E, diga-se de passagem, nenhum mal sério à saúde foi comprovado para o uso esporádico de maconha. A guerra contra essa planta foi motivada muito mais por fatores raciais, econômicos, políticos e morais do que por argumentos científicos. E algumas dessas razões são inconfessáveis. Tem a ver com o preconceito contra árabes, chineses, mexicanos e negros, usuários freqüentes de maconha no começo do século XX. Deve muito aos interesses de indústrias poderosas dos anos 20, que vendiam tecidos sintéticos e papel e queriam se livrar de um concorrente, o cânhamo. Tem raízes também na bem-sucedida estratégia de dominação dos Estados Unidos sobre o planeta. E, é claro, guarda relação com o moralismo judaico-cristão (e principalmente protestante-puritano), que não aceita a idéia do prazer sem merecimento - pelo mesmo motivo, no passado, condenou-se a masturbação.
A verdade sobre a maconha
A proibição da cannabis pode ter mais a ver com interesses morais, políticos e econômicos do que com argumentos científicos. Saiba mais sobre os efeitos dela e sua influência na história da civilização.
Por que a maconha é proibida? Porque faz mal à saúde. Será mesmo? Então, por que o bacon não é proibido? Ou as anfetaminas? E, diga-se de passagem, nenhum mal sério à saúde foi comprovado para o uso esporádico de maconha. A guerra contra essa planta foi motivada muito mais por fatores raciais, econômicos, políticos e morais do que por argumentos científicos. E algumas dessas razões são inconfessáveis. Tem a ver com o preconceito contra árabes, chineses, mexicanos e negros, usuários freqüentes de maconha no começo do século XX. Deve muito aos interesses de indústrias poderosas dos anos 20, que vendiam tecidos sintéticos e papel e queriam se livrar de um concorrente, o cânhamo. Tem raízes também na bem-sucedida estratégia de dominação dos Estados Unidos sobre o planeta. E, é claro, guarda relação com o moralismo judaico-cristão (e principalmente protestante-puritano), que não aceita a idéia do prazer sem merecimento - pelo mesmo motivo, no passado, condenou-se a masturbação.
continuar a leitura no endereço: http://realidade.org/forum/index.php?topic=7324.0
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Portal de Órion

Hoje, sexta-feira 08/08/08, às 08:08 hs, se abriu o Portal de Órion. A Terra será inundada por uma energia extremamente positiva. Nossos pensamentos e desejos serão amplificados.Se já precisamos ter muito cuidado com aquilo que pensamos e falamos, a partir de hoje deveremos tomar cuidado muito maior.Vamos pensar em coisas boas, positivas, como saúde, paz, progresso, sucesso, cura, tranqüilidade financeira, paz interior... tudo o que precisamos e queremos. Sem sentimentos de egoismo. Pensando em nós, nossa família e na humanidade como um todo. Não vamos esquecer dos nossos irmãos animais, que não estão aqui para nos servir, mas para nos acompanhar na jornada (como seria a vida no planeta sem os animais?). O mesmo para os vegetais e minerais. Somos parte disso tudo. Não somos expectadores da natureza. Somos a natureza. Vamos cuidar de nós. Pensemos na Terra como a unidade da qual fazemos parte. Pois é isso que acontece.Paz!
quarta-feira, 30 de julho de 2008
tudo por um triz

O equilibrista na corda bamba sorri do bêbado que se encontra inebriado de tristeza e deitado num canto do picadeiro. O ensaio acabou, os personagens foram em busca de "cavalos" otimizados para viverem sem as intempéries do cotidiano dos atores circenses.
Mas qual o motivo disso tudo?
Ser autor de um único texto, "artista" de trabalho único, ausência de sentido para compactuar com as novidades do "sistema" deu$.
Se estamos degradados de sentidos, vamos nos cortar epistemologicamente, no entanto se alinhando com as "vozes prolixas" para restaurar o espaço numa perspectiva geo-circense-transformadora.
E o nosso lixo mental como anda? Já percebemos que estamos acostumados com seu cheiro, e não queremos transformar nada...
Assumir o risco de viver... (continua)
Mas qual o motivo disso tudo?
Ser autor de um único texto, "artista" de trabalho único, ausência de sentido para compactuar com as novidades do "sistema" deu$.
Se estamos degradados de sentidos, vamos nos cortar epistemologicamente, no entanto se alinhando com as "vozes prolixas" para restaurar o espaço numa perspectiva geo-circense-transformadora.
E o nosso lixo mental como anda? Já percebemos que estamos acostumados com seu cheiro, e não queremos transformar nada...
Assumir o risco de viver... (continua)
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